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DISLEXIA! Você Sabe Como Acontece e Diagnostica?

Se você trabalha com crianças ou adolescentes em situação de aprendizagem, pode ser necessário compreender como acontece e como se diagnostica a dislexia!

Conhece esse fenômeno educacional?

Esta é a hora de construir conhecimentos com novas e possíveis formas de reconhecer e dar atendimento de qualidade ao disléxico.

ÁREA: EDUCAÇÃO ESPECIAL

Curso: “Novas Formas de Reconhecer e Trabalhar Com o Disléxico”

Profa. Dra. Marinês Saraiva

Aproveite!!! Inscreva-se!!!

SENTIR-SE PARA SE PERCEBER E SE CUIDAR

Quando há o conhecimento da Sensação e da Percepção é que se conhece, verdadeiramente, o comportamento humano.

Pergunte-se: Como fazer isso? O processamento se dá em dois níveis:

            1) Processamento da sensação

            2) Processamento da percepção

Consegue diferenciá-los?

Na realidade, esses dois níveis fazem parte de um mesmo processo! Se não conseguir diferenciá-los, veja:

Sensação – envolve a simples tomada de consciência do que é a realidade, o que a compõe naquele momento;

Percepção – inclui a sensação e a consciência, mas acompanhadas dos significados que lhes atribuímos. Em geral, são ligadas às experiências vividas.

Então, acompanhe: sensação + percepção = tomada de conhecimento e compreensão de uma situação a qual estamos vivendo. Isso significa que a decodificação de sua percepção (tornar mais compreensível ou interpretar melhor o significado do que sente) é essencial para o modo como trata seus relacionamentos ou como cuida de si mesmo!

Quando não concentramos ou focamos a nossa atenção nesses estímulos que chegam até o cérebro (sensações), não identificamos certos fenômenos, certos sentimentos, por isso, dificulta-se o aparecimento de significados da situação e não se percebe a realidade!

Sempre será importante sermos assertivos com a nossa sensação e a nossa percepção, mas como explicar a assertividade? Como uma forma de atitude que mostra competência emocional! E como explicar isso? A competência emocional nos mostra o que fazere como fazerpara expressar as nossas emoções. Permitindo-nos tomar uma decisão clara e afirmativa do “eu”, com segurança do que queremos alcançar.

Tenha claro: Inteligência não quer dizer competência. Você pode ter muito conhecimento, mas deve saber como usá-lo apropriadamente.

Já a assertividade tem a ver com o pensamento positivo. Se essa forma de pensar não faz parte do seu cotidiano, então, talvez, seja o momento de pensar em sua autoestima!

E o que é isso? 

Como conseguir viver e construir sua autoestima através da positividade psicoemocional?

A positividade nos indica que é importante acreditarmos nas possibilidades e olharmos para o que temos feito para seguirmos com nossos objetivos. Assim, a positividade emocional nos lembra que, ao olharmos para as possibilidades, por exemplo, de cuidarmos de nós mesmos, precisamos também saber controlar os nossos sentimentos para acreditarmos nas ações que vamos realizar. 

Autoestima não é algo que se tem, mas algo que se constrói. E por que ela é tão importante? Porque representa estados corporais associados com situações ambientais, sociais ou físicas que ocorrem. Esses estados são desencadeados pelas situações que nos cercam. Os nossos sentimentos provocam manifestações corporais e o reconhecimento dos sinais do corpo que indicam os nossos sentimentos precisa ser aprendido (com os pais ou com o ambiente onde nos relacionamos).

Autoestima é a consciência aprendida do nosso próprio valor. Influencia escolhas, decisões, e chega, até mesmo, a mudar a forma como vemos a realidade, o mundo e as necessidades pessoais que estão à nossa volta. Ela é um agente impulsionador de sentimentos, levando-nos a acreditar e a confiar em nós mesmos.

Gostaria de falar, principalmente, com estes profissionais que lidam com pessoas, sejam pais, professores, entre outros para quem a comunicação se faz importante.

Cuidar e colocar em execução situações, preservando ou defendendo sua autoestima, promove o desabrochar consciente de sua personalidade e de suas habilidades sociais, passa a confiança que seu interlocutor precisa, além de promover e de garantir o seu bem-estar sempre, porque se é aceito por si mesmo é, consequentemente, pelos outros!

SENTIR, PERCEBER E CUIDAR!  VOCÊ SENDO REALMENTE VOCÊ! AMOR PRÓPRIO, PARA VOCÊ SER VOCÊ!!!

O AFETO AFETA?

ONDE ENCONTRAR ESSE COMPONENTE DA ATITUDE?
A afetividade exerce um papel importantíssimo em todas as relações
Além de influenciar decisivamente a percepção,
Influencia o sentimento,
influencia a memória,
influencia a autoestima,
influencia o pensamento,
influencia o querer e as atitudes
E torna-se um componente essencial da harmonia e do equilíbrio da personalidade
humana.
A AFETIVIDADE está dentro de você! DESCUBRA-A

O BULLYING NOSSO DE CADA DIA!!!

Prof. Dra. Marinês Saraiva

É preciso saber reconhecer!

É preciso saber o que fazer com quem faz Bullying!

É preciso saber como atender quem sofre Bullying!

Afinal? Quando se fala em Bullying, está se falando do que? Quais são os comportamentos de ataque? Como se comporta quem não se defende?

Bullying é violência! O fenômeno Bullying engloba todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um estudante contra outro (s), causando dor, causando angústia, fazendo com que a vítima se intimide!

Atos de bullyng podem ser através de ações diretas ou emocionais:

VERBAIS FÍSICAS
Apelidar Discriminar
Excluir Isolar
Ofender Ignorar
Zoar Perseguir
Sacanear Assediar
Humilhar Derrubar
Intimidar Bater
Dominar Empurrar
Tiranizar Chutar
Amedrontar Aterrorizar
Aterrorizar Quebrar /Roubar pertencer
Ameaçar Ferir/Matar

O Bullying tem preocupado o mundo, porque tem tomado aspectos preocupantes, tanto pelo crescimento quanto por atingir faixas etárias cada vez menores, como também pelo tipo de comportamentos que tem sido apresentado pelo agressor. Pesquisas nacionais e internacionais estão sendo elaboradas sobre causas e estratégias de trabalho com esse fenômeno.        

É preciso e urgente IDENTIFICAR O FENÔMENO Bullying!!!

São cinco as características comuns:

  1. Os comportamentos são danosos e deliberados;
  2. São repetitivos por um longo período de tempo; ou até que o agredido se defenda de forma definida e contundente;
  3. Para o agredido, é difícil se defender;
  4. O agressor, em geral tem muita dificuldade para lidar e aprender (aceitar) comportamentos socialmente aceitos;
  5. Os que fazem Bullying têm poder impróprio e o aplicam às vítimas, isto é, geralmente se omitem de realizar o que se pede passado a exigir que a vítima responda pelo que teria que assumir;

Quem é alvo de Bullying?

São as pessoas que estão sendo prejudicadas, sofrendo física ou emocionalmente devido ao comportamento ameaçador de outros e que não dispõe de recursos, status ou habilidade para reagir ou fazer cessar o ato de sofrimento.

Em geral as pessoas que são alvos do agressor são pouco sociáveis, passivos, quietos, sentem-se infelizes, tímidos, sofrem com o medo, a depressão, e a ansiedade. Tem poucos amigos, e alguns tem a autoestima tão comprometida que acreditam que são merecedores dos maus-tratos sofridos.

Já os autores do Bullying podem ser de três tipos:

  1. Confiante-presunçoso, é fisicamente mais forte, gosta de lutas e situações de repressão, mostra-se confiante e seguro, habitualmente é popular;
  2. É ansioso- em geral é um aluno fraco, pouca capacidade de concentração e paciência;
  3. É agressor, mas às vezes torna-se vítima de outrem, geralmente é impopular;

Quem tem mais propensão a praticar Bullying?

Em geral, não unicamente, são filhos de famílias desestruturadas, onde há pouco ou duvidoso relacionamento afetivo, quase não tem supervisão da família e onde os pais são modelos de formas de resolver conflitos para comportamentos violentos.

Quem sofre o Bullying?

As pessoas (em geral alunos em fase escolar) que sofrem o Bullying também sofrem depressão e ansiedade sendo que muitas vezes para combater o poder do outro que o domina, recorre ao uso de armas.

Que se organizem programas de contenção ao Bullying é uma necessidade urgente!

Aqueles programas que já foram desenvolvidos ou que vem se desenvolvendo dentro e fora do Brasil, observam aspectos relevantes como:

  • quando se entrevista o aluno, nunca diz ter sofrido Bullying;
  • a maioria dos agressores encontra-se na própria sala das vítimas, principalmente nas séries iniciai;
  • os meninos tendem a ser agredidos por meninos, enquanto as meninas por ambos os sexos;
  • as agressores são mais comuns nos intervalos (ou recreio) e na sala de aula;
  • a metade dos alunos espera que o professor intervenha nas situações de agressão em sala;
  • metade dos alunos agredidos não fala do ocorrido nem aos professores nem aos pais;

A busca por estratégias que observem o ambiente escolar, que o tornem seguro é prioridade para os pais, alunos, professores, administradores de escolas. Ambientes livres de drogas, intimidação, violência e medo, lugar onde se ensina e se aprende dentro de um clima de sucesso e confiança, onde se possa alcançar o desenvolvimento de todos.

Pais, Professores, Coordenadores, Administradores Escolares, Profissionais da Pedagogia, Psicologia, Psiquiatria, estão todos convidados a refletir sobre esse grave fenômeno que vem sendo observado no cotidiano escolar!